Ano 1 - nº 4 - agosto/novembro de 2009

A POESIA DE POE
Ary de Mesquita



Algumas das composições poéticas de Poe se tornaram celebérrimas, como “The Raven” (“O Corvo”), “The Bells” (“Os Sinos”) e “Annabel Lee”, e foram imitadas por muitos conterrâneos seus e até por estrangeiros.
Edgar Poe, um poeta brilhante, original e de grande intensidade afetiva. Os seus versos, às vezes, tanto pelo assunto sombrio, como pelas imagens sugerindo associações de idéias lúgubres, e até pela cadência melancólica e sonora, soturna e envolvente, e tudo feito com magnífica técnica, como que penetram profundamente na sensibilidade do leitor, mas deixam uma sensação de mal-estar e um vago pressentimento de que alguma coisa trágica, fúnebre e indefinida vagueia em torno de nossos corações.

 

Este texto foi transcrito de O Livro de Ouro da Poesia Universal (Rio de Janeiro, Tecnoprint, 1988, p. 374), que tem seleção, prefácio e notas de Ary de Mesquita