Ano 3 - nº 9 - fevereiro/maio de 2011

AS CARACTERÍSTICAS DO HOMEM DA FRONTEIRA
Frederick Jackyson Turner
ilustração: Frederic Remington



À fronteira o intelecto americano deve suas caracteríticas mais nítidas: aquela rudeza e força combinadas com a perspicácia e a sede de saber; aquele estilo prático e inventivo, rápido em encontrar expedientes; aquela magistral compreensão das coisas materiais, carente de arte mas poderosa na concretização de grandes objetivos; aquela incansável e nervosa energia; aquele individualismo preponderante, trabalhando para o bem e para o mal; e também aquela vivacidade e exuberância que só florescem na liberdade – esses são os traços marcantes da fronteira, os traços encontrados em todos os rincões do país graças à existência da fronteira.

 

Este texto foi transcrito do livro Breve História da Literatura Americana (American Literature – Brief History, tradução de Márcio Cotrim, Rio de Janeiro, Lidador, 1967, pp. 167-168), de Walter Blair, Theodore Hornberger & Randall Stewart