Ano 2 - nº 5 - dezembro de 2009/fevereiro de 2010

TRÓIA
Lord Byron



O vento sopra forte, e o mar irado
         Ruge na escuridão.
A noite cobre o solo já regado
         Por tanto sangue em vão.
Da luz de Tróia, tão cara,
         Um raio sequer brilha.
De tudo resta só o que cantou
         O vate cego da rochosa ilha.